
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Sardela - Italiana ou Brasileira? (Receita original)

quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Tour Aéreo da cidade de São Paulo feito pelo dirigível da Goodyear

quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Milhares de sobrenomes italianos em São Paulo
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Coleção de fotos antigas de São Paulo
Olhando as belas fotos do começo do século, parecem que foram tiradas na Europa por causa dos enormes e majestosos casarões, da arquitetura européia que se instalou na cidade.
É uma pena que a maioria do que vemos nas fotos não foi preservado, muita coisa foi demolida para construir prédios mais modernos e o que sobrou esta atualmente deteriorado. Dos prédios antigos que sobraram na cidade, muito pouca coisa mesmo foi restaurada.






+no+vale+do+Anhangaba%C3%BA.jpg)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008
A Influência italiana em São Paulo
Certamente a influência dos descendentes do império romano em São Paulo é enorme, não só pela mão-de-obra, vontade de trabalhar, novos costumes, eventos, eles trouxeram também idéias anarquista e socialistas para a terra da garoa.

No início, a maioria dos imigrantes italianos acabaram indo para as fazendas de café do interior do Estado de São Paulo, principalmente aquelas cidades localizadas ao longo das ferrovias do Estado, para onde foram cerca de 90 por cento dos imigrantes que deixaram a Hospedaria do Brás.


Com a vinda dos "capomastri", a demanda por este tipo de tijolo aumentou muito em São Paulo, e para suprir esta demanda, a região de Guarulhos abrigou várias olarias que produziam este tipo de tijolo.
O padastro do meu nonno chamava-se Caetano Coppini e junto com mais 2 de seus filhos (Irio e Armando Coppini), conseguiram uma autorização para explorar argila e assim criar uma destas olarias de Guarulhos.
Meu nonno, Antonio Della Negra, trabalhava na olaria diariamente e saia de São Caetano do Sul, onde morava, e ia até Guarulhos. Hoje o local deu o lugar ao aeroporto de Cumbica, uma grande distância hoje em dia, imagine na época.
Este decreto comprova a autorizaçao no diário oficial. (PDF)
Os "Capomastri" influenciaram muito na arquitetura da cidade, pois lideravam projetos e participavam dos desenhos das obras, muitos deles produzidos em cojunto com os artistas também italianos. Cerca de 90% de todos os monumentos paulistanos foram produzidos ou idealizados por italianos, e obras como o Teatro Municipal, o Palácio das Indústrias, o Mercado Municipal e o Liceu de Artes e Ofícios, foram todos edificados com a ajuda da italianada.
Os Italianos por serem grandes amantes de óperas, também ajudaram a erguer e encher os primeiros teatros paulistanos, um deles, o produtor Franco Zampari, foi produtor, fundador e diretor administrativo do Teatro Brasileiro de Comédia. Isso explica porque no reduto italiano da cidade, os bairros da Bela Vista e do Bixiga, são os locais da maior concentração dos teatros paulistanos.

Economicamente, os italianos foram importantíssimos para São Paulo, não só na construção civil, mas também na forma como participaram do processo de industrialização da cidade. Rodolfo Crespi e Francisco Matarazzo foram os 2 principais industriais italianos do país, sendo o último fundador do império Indústrias Reunidas Matarazzo, que chegou a ter 350 empresas.
Além dos patrões, os operários italianos com tradição anarquista ajudaram na organização dos movimentos sindicais trabalhistas, criaram uma consciência proletária nunca vista antes no país, resultando em greves no início do século. Daí surgiu a influencia na política em São Paulo, ajudando a fundar o Partido Comunista Brasileiro, atual Partido Popular Socialista (PPS).
Para abrigar toda a italianada em São Paulo e não perder as raízes italianas, a comunidade trouxe algumas festas e eventos típicos para a capital paulista que acabaram influenciando resto do país. Eventos como a tradicional festa da Paróquia Nossa Sra. Achiropita, Nossa Sra. de Casaluce e a festa de San Vito, são comemorados todos os anos em São Paulo.

Além da influência em nosso forte sotaque paulistano, agregando muitas novas palavras para o nosso vocabulário, não podemos esquecer da famosa cozinha italiana que se instalou por aqui com milhares de pizzarias e cantinas espalhadas por toda a cidade.
A comunidade acabou criando também colégios populares para alfabetizar as suas crianças. Os italianos fundaram o Colégio Dante Alighieri, na região dos Jardins, hoje em dia, um dos colégios mais bem conceituados do país.
Para ficar mais perto de sua terra natal, trouxeram a bocha e a malha, jogos praticados na Itália e os apaixonados pelo futebol fundaram clube Palestra Itália (Palmeiras) e o Clube Atlético Juventus.

terça-feira, 14 de outubro de 2008
Também tem coisa boa na música italiana

sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Vinho Italiano Castello Maggiore Valpolicella
Meu objetivo agora é dividir tudo que encontro que é bom e barato, que vale a pena realmente consumir, afinal qual é o mérito de dividir com alguem um serviço ou produto que é bom e caro? Se a coisa é cara ela não pode ser boa, tem que ser ótima.Isso não quer dizer que não aprecio produtos caros, consumo sim, por exemplo trouxe um Brunello di Montalcino, safra de 99, da Itália que custa por aqui uns R$ 100 reais a garrafa, este vinho realmente vale a pena, mas tenho tomado por aqui alguns vinhos na faixa dos R$ 50 reais que não valeram o investimento, nestes casos, fico com o bom e barato, o vinho do dia-a-dia.
Este é o caso do Castello Maggiore Valpolicella, que acabei conhecendo em um daqueles meus almoços em cantinas de São Paulo, ao pedir uma lasagna de berinjela, decidi beber uma taça de vinho italiano para acompanhar, e o mais indicado foi o Castello Maggiore Valpolicella, que por incrível que pareça, não é caro e esta na faixa de preço de um vinho sul-americano médio.
Gostei muito do vinho, a primeira impressão foi de ser um vinho mais suave que os outros italianos, chegando quase a suavidade dos vinhos Australianos ou Sul-Africanos.
Além de ser suave, ele é bem frutado e muito fácil de beber, acompanhou muito bem o prato, mas não deixa marcas muito fortes no paladar.

O Vinho Castello Maggiore Valpolicella, é da região do Vêneto, não é fácil de encontrá-lo aqui, não é vendido em supermercados, pelo menos não achei um que vendesse, ele é mais encontrado em restaurantes, mas é vendido em algumas distribuidoras de bebidas por um preço em média de R$ 22,00 a garrafa. Esse preço, é o que se paga por um vinho Argentino ou do Chileno simples, por ser um vinho europeu, ele está bem em conta, fazendo uma simples comparação.
Além da uva Valpolicella, este vinho também é vendido nas versões Merlot, Cabernet, Montepulciano d'Abruzzo, entre outras. O Merlot e o Cabernet cultivados na Europa, eu prefiro não arriscar, agora o Montepulciano parece ser bem interessantes.
Dica para comprar: Reluma











