terça-feira, 23 de julho de 2013

Fotos antigas da cidade de São Paulo

Recordar é viver!

Aqui uma pequena exposição digital de fotos de uma São Paulo que já se foi. Muita coisa já foi demolida, modificada, outras ainda estão de pé, porém completamente desfiguradas ou rodeadas de uma outra cidade.

São fotos raras e impressionantes como as 2 pontes do chá (antiga e a nova), Theatro Municipal logo após a inauguração, construção da Estação da Luz, Palacete Santa Helena demolido em 1971, Charrete de Lhama no Parque da Aclimação e muito mais!

Saudosa Maloca!


1919, trecho do Cambuci Avenida D. Pedro I - Ao fundo Museu do Ipiranga
A Nova York da América do Sul, Prédio Martinelli

Acidente entre locomotiva do Tramway da Cantareira e ônibus coletivo na zona norte 1944
Aeroporto de Congonhas na década de 1950
Antigo estádio da Portuguesa, no mesmo local onde hoje está o Estádio do Canindé anos 60

Avenida Paulista em 1976
Avenida Rangel Pestana (centro-bairro) - Estação Roosevelt ao fundo
Avenida São João em meados da década de 40
Avenidas General Olímpio da Silveira e São João  Década de 50
Bonde na Av. São João
Capela de São Miguel Arcanjo (São Miguel Paulista) década de 30
Vista geral Cidade de São Paulo em 1915
Colégio Ateneu Ruy Barbosa, 1927
Esplanada do Trianon - Início do século 20
Estação da Luz vista a partir do Parque da Luz em fotografia de 1906
Estação do Norte - Roosevelt - Brás na década de 30. A estação que mudou de nome 3 vezes.
frota de veículos de distribuição da Manteiga Aviação em 1946
fábricas da Antarctica Paulista
Jardim da Aclimação em 1920, passeio de charrete puxada por uma lhama
Largo do Socorro em 1936
o antigo e o novo Viaduto do Chá. O antigo é o da direita 1938
Obras finais da construção da Estação da Luz, em 1899
Operários trabalham em obra de construção do Viaduto Santa Ifigênia em 1910
Palacete Rodovalho, na Penha, em 1905
Palacete Santa Helena, na Praça da Sé demolida em 1971
Palácio das Indústrias - Década de 50
Ponte da Casa Verde em 1938
Porteira do Brás - Avenida Rangel Pestana
Posse de Julio Prestes, no Pátio do Colégio 1927
Praça da República - antiga Escola Normal em 1914
Praça da República em 1933
Praça João Mendes em 1914
Restaurante Gigetto na Nestor Pestana
Rua Augusta decada 70
Rua Conselheiro Crispiniano 1960
Rua da Penha (atual Avenida Penha de França) nos anos 40
Rua Florêncio de Abreu em 1903
Salão do Automóvel de 1969, no Parque do Ibirapuera
Theatro Municipal de São Paulo no início de 1912
Trincheira de paralelepípedos na Revolução de 1924
Tropas legalistas ocupam a Várzea do Carmo em 1924 - Palácio das Indústrias
Vale do Anhangabau final dos anos 40
Via Anchieta nos anos 1950
Viaduto Boa Vista, sobre a Ladeira General Carneiro
Vista aérea da Avenida 23 de Maio em 1974
Vista aérea da região central da Cidade de São Paulo em 1939
Vista da região da Praça da Bandeira e Vale do Anhangabaú ao fundo

sexta-feira, 1 de março de 2013

Agnolotti Piemontesi em São Paulo

Quer conhecer uma típica pasta piemontese? Aqui em Sampa tem um bom lugar.

 Geralmente vou ao shopping Morumbi para fazer varias coisas ao mesmo tempo na hora do almoço e um dos meus lugares prediletos é o Spaghetti Notte, um restaurante bem tradicional que fica na parte de baixo. 

Os pratos tipicamente italianos geralmente tem uma forte influência do Piemonte, mas tem um pouco de tudo. Não cheguei a provar muita coisa por lá, pois sempre quando vou, peço o mesmo prato... O Agnolotti Piemontese



 Viciei no prato, na verdade. O Agnolotti nada mais é que um tipo de raviollini de carne muito firme e al dente que é regado a um molho "Alla Piemontese" que é um de carne com vinho muito encorpado e bem reduzido, sensacional.

 É uma pasta muito típica do Piemonte, as famílias usam a carne assada do dia anterior, trituram e misturam com outros legumes e temperos para rechear o Agnolotti
O prato não tem nada de sofisticado, mas a combinação é imbatível e irresistível, tanto é que eu deixo de me aventurar em outros pratos para comer sempre o mesmo.

 Apreciem se tiverem por lá, vale a pena.

 PS: Estava pra escrever este post faz um tempinho, mas na correria do dia a dia acabei deixando passar. Na verdade faz um bom tempo que não escrevo, esse negócio de microblog, redes sociais acaba tirando o fôlego de qualquer um.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Dupla cidadania: O dia em que me tornei italiano

Dia 09 de julho de 2012.
Uma belissima manhã de verão em Milão, muito sol e temperatura em torno dos 30 graus, sai do hotel no bairro de cittá studi as 8hs da manhã para a comune de Pero. Antes de chegar, uma parada para fazer fotos naquelas macchinetas no metrô, as fotos que vão ser usadas no RG italiano e no passaporte.

As 9hs chegando na comune de Pero, sou atendido por uma senhora que fez todo o procedimento. Primeiro assinei uma papelada e me fez confirmar algumas informações. Ali mesmo na hora ela já confeccionou o meu ID na minha frente.

A carteira de identidade italiana (carta d'identitá) parece uma carteirinha de vacinação com foto, ela tem validade de 10 anos e inclui algumas informações como meu endereço, cores dos olhos e do cabelo, altura e estado civil. Depois, com o RG em mãos, fui direto para Fiera Milano City em Rho onde fica localizada uma das unidade da policia federal italiana. Lá, com fotos e o selo pago, dei entrada no meu passaporte italiano que ficará pronto em 30 dias.

 Finito, uma manhã apenas para finalizar todo o processo que iniciei em 2006, quando comecei a me interessar pela ideia e resolvi começar a busca pela cidadania. A tarde fui para o centro de Milano almoçar em um ótimo restaurante, tomar um belo vinho e depois curtir mais um pouco daquela imagem da piazza del duomo e das lojas do centro.

 Eu já era italiano de coração, agora sou legalmente. Conclui uma das etapas mais importantes da minha vida.

 E foi o próprio país da bota que me deu o pontapé inicial. Não foi só a questão familiar, meu sobrenome e o meu time do coração, eu sempre me identifiquei com a cultura italiana e principalmente com a gastronomia.

Entrei em uma aventura gigantesca de emails, cartórios e consulados. Fui pra Italia conhecer a cidade natal do meu bisnonno e depois disso cheguei a desencanar da ideia por não ter tido um retorno da comune, até que recebi na minha casa a certidão de nascimento do meu bisnonno, o documento que eu precisava para iniciar os trabalhos. Foram mais 2 anos buscando documentos pelo interior paulista, onde eles chegaram a trabalhar na colheita de café, e por fim, legalizar tudo e ir para Italia começar o processo do reconhecimento.

O reconhecimento da cidadania é o reconhecimento da historia de peregrinação de muitas e muitas famílias que deixaram a Italia para viver em um país completamente diferente. Buscar as nossas raizes, de certa forma, mostra muito sobre nós mesmos e esse aprendizado me deixou cada vez mais curioso. Pra ajudar fiz 2 anos de italiano pra poder me comunicar melhor em todo o processo. Depois acabei descobrindo toda a trajetória da minha família aqui no Brasil. Fiquei sabendo que meu bisnonno morreu super cedo com 21 anos de tifóide. Depois disso mudaram de Sousas em Campinas para a movimentada São Caetano.

Assim como houve uma enorme migração de nordestinos para São paulo em busca de oportunidades, os italianos fizeram o mesmo naquela época, para varios países da America. Hoje em dia parece piada falar que vai morar em outro pais, pela facilidade de pegar um avião, arrumar a mala e pronto. Naquela época, uma viagem da Italia para o Brasil demorava 1 mês em situação precária, com ratos, falta de comida e agua e muita, muita sujeira. Era muito normal morrer cerca de 10% dos passageiros na viagem. Fico imaginando o nível de pobreza que fez um pai de família se sujeitar a arriscar a vida dos filhos em uma aventura que seguramente não teria volta.

A situação na Italia era muito ruim, passavam fome e não tinham terra, e em algumas regiões como o Veneto, de onde minha família veio, a situação era ainda pior. Além de buscarem oportunidades em outros países, alguns tentaram a sorte em outras regiões da própria italia. Conheci muito veneteses morando na lombardia. A Italia por muito tempo esqueceu dos seus cidadãos nesta época de miséria e os italianos esqueceram da Italia como sua pátria mãe. Muitos deles ao chegar no Brasil, mudaram de nome e renegaram a cidadania italiana com raiva de sua propria nação.

Tenho muito orgulho do que minha família viveu e por toda essa historia que é riquíssima e merece ser recordada. Requerer a cidadania italiana é honrar essa história, é honrar um povo que ajudou a construir a maior e mais rica cidade do Brasil.

Auguri a me!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

A origem do futebol e o Calcio Storico Fiorentino


De onde veio o futebol que conhecemos hoje?

Muita gente acredita que nasceu na inglaterra, mas existem relatos de que havia um jogo muito parecido praticado pelos gregos por volta do século I A.C. chamado Episkiros.

Soldados gregos eram divididos em duas equipes de nove jogadores e jogavam num terreno de formato retangular e usavam uma bola feita de bexiga de boi cheia de areia.

Quando os romanos dominaram a Grécia, conheceram o Episkiros, porém incluiram uma atuação muito mais violenta surgindo assim uma versão chamada Harpastum, muito jogado na dade média. Logo depois surgiu o Gioco del Calcio praticado em praças e os 27 jogadores de cada equipe deveriam levar a bola até os dois postes que ficavam nos dois cantos da praça usando tanto os pés quanto as mãos. A violência era muito comum e haviam relatos de mortes entre os jogadores. O jogo tinha muito a cara de um jogo de rugby jogado por gladiadores.

Isso levou o rei Eduardo II a decretar uma lei proibindo o jogo, mas integrantes da nobreza criaram um nova versão dele "light" com regras que não permitiam a violência.

O gioco de calcio saiu da Itália e chegou a Inglaterra por volta do século XVII dando a versão ao Folk Football, muito parecido com o da Italia, Mais tarde ele ganhou regras diferentes e foi organizado e padronizado, ganhando os moldes do que conhecemos hoje como futebol profissional. Talvez se o jogo não estivesse chegado a Inglaterra, não teriamos o futebol que conhecemos hoje, apenas jogado com os pés.

O Calcio storico fiorentino (em portugues, futebol histórico de florença) é uma versão do Gioco del Calcio que é praticado até hoje na Italia e que envolve quase toda a população local. É um jogo sem regras exatas onde os 27 pessoas do time são geralmente irmãos e primos de sangue e os adversários são seus verdadeiros inimigos.

Assim como no Palio di Siena, que a cidade é dividida em contradas, em Firenze acontece o mesmo, uma área para cada time. Quem nasce ou mora nestas áreas, teoricamente torcem e jogam pelo time.

Uma vez por ano é jogado um pequeno campeonato de 3 jogos apenas na Piazza Santa Croce em Florença, com 4 equipes: Santa Croce / Azzurri (Azuis), Santa Maria Novella / Rossi (Vermelhos), Santo Spirito / Bianchi (Brancos), San Giovanni / Verdi (Verdes)

Amanhã começam os jogos deste ano, dois jogos neste final de semana e a grande final no dia 24/06:

- bianchi vs verdi - sabato 16 giugno 2012 h. 17.00 - piazza santa croce - firenze
- azzurri vs rossi - domenica 17 giugno 2012 h. 17.00 - piazza santa croce - firenze
- finale - domenica 24 giugno 2012 h. 17.00 - piazza santa croce - firenze

Quem estiver por lá, pode conferir. Compre aqui os ingressos: http://www.boxol.it/calciostorico/IT/index.aspx?A=32822

Site oficial: http://www.calciostoricofiorentino.it/

Veja aqui dois video do calcio storico fiorentino, parecem mais batalhas do que um jogo. Muito interessante.







quarta-feira, 6 de junho de 2012

Sexo, drogas e arte: Exposição Modigliani no MASP


Como diriam meus amigos, "tiquei" a  exposição do Modigliani no MASP. Já gostava de alguns quadros dele e gostei ainda mais quando vi o filme sobre ele com atuação do Andy Garcia. Sexo, Drogas e Arte. Modigliani foi como o Keith Richards para o Rock n' roll, mas no seu caso, sua arte era a mais pura expressão plástica.

A exposição é boa e simples, inclui além de famosas pinturas, algumas gravuras e esculturas, sempre mostradas em suas fases artísticas seguindo uma ordem cronológica regada a romances, álcool, haxixe e arte.

De Livorno para Florença, depois para Veneza, Paris e de Paris para o mundo. Inconformado com a falta de perspectiva cultural, Amedeo Clemente Modigliani saiu da Itália para Paris em 1906 buscando novos ares culturais, já que a Itália ficara pequena para suas aspirações.

Passou por momentos difíceis: falta de grana e consumo excessivo de álcool, muitas vezes mesmo passando fome, recusava-se a trabalhar em qualquer outra atividade que não fosse a arte.

Em umas das melhores fases chegou a esculpir para se manter economicamente e dessas esculturas surgiram alguns dos traços mais marcantes de suas pinturas: geralmente mulheres com narizes, mãos e pescoços bem alongados, cabeças menores que o corpo e olhos amendoados, porém opacos ares melancólicos com uma certa sensualidade.

Em sua passagem por Paris, envolveu-se com algumas mulheres e conheceu grandes artistas como Picasso e Renoir. Nos últimos anos de vida apaixona-se por Jeanne Hébuterne, uma pintora francesa com quem teve uma filha e que suicida-se gravida de um segundo filho logo após a morte do seu amado por tuberculose.

Modigliani morre aos 35 anos, mas deixa uma obra única.

Fica aqui a minha indignação com o MASP, que merece muito mais respeito e cuidado. Há uma grande desorganização, falta de informação, pessoal preparado e manutenção. Encontrei elevadores quebrados, goteiras, banheiros sujos, falta de guias bilíngues e etc. É triste ver o MASP assim.



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Culinária da Emilia-Romagna com vinhos do piemonte


Mais uma viagem sensacional pela Europa, cerca de 8 dias na Espanha e 22 dias na Itália, onde aproveitei o tempo para dar entrada na cidadania italiana.

Obviamente que foram muitas cidades, e em cada uma delas, tenho milhares de coisas para contar, porém neste post, vou contar uma experiência gastrônomica única que valeu cada um dos 160 euros que gastei.

Passamos por várias cidades na Itália: Milano, Torino, Alba, La Morra, Barbaresco, Barolo, Serralunga D'Alba, Genova, Portofino, Monterosso Al Mare, Santa Margherita di Liguria, Lucca, Bologna, Parma, Sirmione, Brescia, Iseo, Bergamo e Como. Come-se muito bem em qualquer uma dessas comunes, mas em uma delas, talvez a menor, aproveitamos um festival gastronômico em uma vinícola para conhecer a culinária da emilia-romagna regada a vinhos piemonteses.

Tudo começou logo depois de deixar Torino, como planejado, passamos por Alba para escolher um Hotel, conhecer o local e depois as vinícolas da região. Ao dar as primeiras voltas, percebemos que era uma cidade sem graça, apesar de ser uma das maiores do Vale Langhe, região vinícola do Piemonte.

Essa é a vantagem de não reservar hotel em todas as cidades que você pretende visitar, com um carro alugado em mãos, você pode mudar de planos sem problemas. Desistindo de ficar em Alba, decidimos procurar uma cidade menor que tivesse vinhedos por todos os lados, passamos por várias, pois todas elas ficam entre 10 e 15 Kilometros uma das outras, mas como foi escurecendo, decidimos pegar qualquer uma delas por ali mesmo.

Decidimos então ficar em Serralunga D'alba, uma cidade minúscula que tem um castelo medieval e uma grande vinícola, Tenuta Fontanafredda, muito conhecida pelos complexos Barolos que faz e talvez uma das maiores de todo o Piemonte.

Foto: Serralunga D'alba (Vale Langhe - Piemonte)

Antes de embarcar para a europa, já havia olhado algumas coisas para fazer no Vale Langhe, e umas das que me chamaram atenção foi um festival gastronômico feito por esta vinícola em comemoração ao aniversário de 150 anos da republica italiana. Um festival que contava com um chef italiano diferente a cada semana - Osterie Unite D'Italia: le Cene e i Pranzi delle migliori osterie d'Italia.

Já em Serralunga D'Alba, uma cidade que pode ser conhecida a pé em 20 minutos, o que realmente valeu mesmo foi conhecer a Tenuta Fontanafredda e o festival gastronômico. Primeira coisa foi fazer a prenatazione para o jantar daquela noite: $58,00 euros por cabeça. E ai?? Caro??? Eu também achei, mas depois que fiquei sabendo do menu de degustação, o local e de como seria o jantar, achei até barato.

O evento estava marcado para as 20hs, o sol ainda estava firme e forte. De carro até o local não gastamos mais do que 5 minutos. Saímos cedo e chegamos bem na hora dos antepastos que estavam sendo servidos em uma antesala. Enquanto saboreávamos salaminos, cassoncinis e frittatines, foram sendo abertas as primeiras garafas de vinhos, todas da própria tenuta.

Éramos em um grupo de 20 pessoas no máximo contando com um enólogo da tenuta, o chef e um assistente, maitre e 3 garçons. Todos foram apresentados ali de pé mesmo com as taças na mão sem muita frescura. Depois de 6 ou 7 garrafas degustadas, fomos convidados a nos sentar às 6 mesas redondas disponíveis em um outro salão pequeno e pouco iluminado com uma decoração rústica com móveis antigos, tijolos à vista e uma enorme cozinha aberta, aquela tipo ilha, onde o chef iria fazer os pratos ali mesmo na nossa frente.

O maitre apresentou o chef desta semana chamado Massimiliano do restaurante La Sangiovesa. A cada semana, eles estavam trazendo um chef de cada região italiana e a daquela semana era da Emilia-Romagna, quase centro da Itália, conhecida região do molho a bolognesa e da autêntica Lasagna.

Lógico que não vou contar prato a prato, vinho a vinho, mas só para ter ideia do tamanho do menu, foram ao todo 4 pratos degustação, mais sobremesa e cada prato era harmonizado com um vinho da produção deles, começando pelos mais leves como o Dolceto d'alba e um espumante brut, depois o médio Nebbiolo D'alba e o último mais encorpado e complexo de todos o Barolo e pra finalizar, para a sobremesa, bebemos um Barolo chinato, que é um vinho doce para acompanhar as desserts. Não sei como não engordei nesta viagem :-)

A cada prato, o maitre explicava sobre a harmonização do conjunto e o enólogo servia os vinhos mesa a mesa contando um pouco mais de cada um. Além de comemorar os 150 anos da república italiana, a intenção desse festival é fazer com que você tenha uma ótima experiência e conheça os vinhos da Fontanafredda para depois comprá-los. Foi o que eu fiz.

Bom, vou transcrever aqui abaixo o menu completo e postar algumas foto.
E Viva a Italia!





Menu*


Antipasti

- Cassoncini alle erbe di campo
- Salamino di maiale con la piada
- Frittatine miste al vegetale
- Porchetta tradizionale

Piatti

- Tortino di formaggio squacquerone con verdure in giardiniera e crema di rucola
- Arrostino di faraona farcita al tartufo nero, con crema di patate e piselli
- Lasagne verdi al forno come vuole la tradizione in Romagna
- Coppa di Mora romagnola con purea di sedano rapa e asparagi croccanti

Dessert

- Il nostro gelato alla crema e cannella variegato alla Saba e croccante alle mandorle

Vini

- La Lepre Dolcetto di Diano d'Alba Fontanafredda
- Vigna Gatinera Brut Alta Langa Fontanafredda
- Mirafiore Langhe Nebbiolo Fontanafredda
- Paiagallo Vigna La Villa Barolo Fontanafredda
- Barolo chinato Fontanafredda


* Coloquei algumas palavras traduzidas nos comentários deste post